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Bolsonaro vence em Israel, e Lula, na Palestina

Por: FolhaPress

Igor Gielow

Numa votação que espelha as afinidades dos líderes nas pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) venceu o primeiro turno da eleição em Israel, país que ao lado dos EUA sob Donald Trump foi seu maior parceiro político no começo do mandato -os evangélicos da base de apoio bolsonarista são próximos do Estado judeu por motivos religiosos, já que algumas correntes creem que só o estabelecimento de Israel permitirá a volta de Cristo. Lá, Bolsonaro teve 45,97% dos votos válidos, ante 39,36% do petista. Ainda assim, o presidente perdeu apoio: em 2018, ganhou com 66,55% sobre Fernando Haddad (PT), que teve 6,8%.

Já na Palestina, a votação em Ramallah foi esmagadoramente pró-Lula: 84,8% a 7,4%. É um reflexo tanto da política pró-Israel de Bolsonaro quanto da proximidade histórica do PT com a Organização para a Libertação da Palestina.

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Banco Mundial mobiliza US$ 530 milhões adicionais em apoio à Ucrânia

Por: Redação Jornal de Brasília

O Banco Mundial informou na última sexta-feira (dia 30) que mobilizou US$ 530 milhões adicionais para ajudar o governo da Ucrânia "a atender às necessidades urgentes criadas pela invasão da Ucrânia pela Rússia".

Em comunicado, o banco informou que o financiamento é apoiado por empréstimos do Reino Unido (US$ 500 milhões) e da Dinamarca (US$ 30 milhões).

"Até o momento, o Banco Mundial mobilizou quase US$ 13 bilhões em financiamento de emergência para a Ucrânia, incluindo compromissos e promessas de doadores, dos quais US$ 11 bilhões foram totalmente desembolsados. A assistência permitiu à Ucrânia continuar fornecendo serviços governamentais essenciais à população e ajudou a aliviar os impactos das perdas humanas e econômicas generalizadas causadas pela guerra", diz o texto.

Segundo o diretor regional do Banco Mundial para a Europa Oriental, Arup Banerji, o custo total de longo prazo da reconstrução e recuperação na Ucrânia é enorme, "com as necessidades para os próximos três anos totalizando bem mais de US$ 100 bilhões, um número que deve crescer à medida que a guerra continua", disse ele.

Por: Estadão Conteúdo

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Bruna Marquezine responde a críticas de Michelle

Por: Redação Jornal de Brasília

Bruna Marquezine, que tem voto declarado em Lula (PT) para presidente, usou o Instagram na noite do último sábado, 1º, para rebater o recente comentário de Michelle Bolsonaro, esposa de Jair Bolsonaro (PL), sobre sua aparência. Em uma publicação na rede social, na última segunda-feira, 26, a atual primeira-dama criticou a atriz, chamando-a de "feia e vulgar".

Na véspera das eleições, então, Bruna retomou o assunto, compartilhando o comentário de Michelle. "A mulher de Deus, que tenta de todos os jeitos fazer outras mulheres acreditarem que ela, seu marido e o governo dele não são extremamente machistas", fez uma crítica à minha aparência e me ofendeu publicamente sem motivo algum nos comentários de uma página aqui no Instagram", destacou a atriz.

A artista compartilhou, ainda, uma sequência de notícias de acusações de corrupção da família Bolsonaro, fazendo novas críticas ao atual governo.

Por fim, Bruna declarou: "Meu sonho de princesa é ter um presidente e uma primeira-dama que não insultem ou desrespeitem os cidadãos. É pedir muito?".

Por: Estadão Conteúdo

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Justiça registra 222 crimes eleitorais e 108 prisões neste domingo até 12h40

Por: Redação Jornal de Brasília

O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou novo boletim da Operação de Segurança das Eleições de 2022, com informações atualizadas até as 12h40 deste domingo, 2.

Segundo a pasta, já foram registrados 222 crimes eleitorais na votação de hoje, dos quais 75 ocorrências de boca de urna, 15 de compra de voto ou corrupção eleitoral e nove tentativas de violar o direito do voto.

Considerando todos os crimes eleitorais, o Estado com o maior número de registros é o Paraná (38), seguido de Minas Gerais (26) e Acre (22).

O Ministério da Justiça informou ainda que, até 12h40, foram registradas 108 prisões no contexto das eleições gerais deste domingo, e 36 incidentes de segurança pública e Defesa Civil. Foram apreendidas quatro armas. O volume de dinheiro apreendido foi de R$ 76,211 mil. A pasta disse, ainda, que houve 12 ocorrências de falta de energia, que aconteceram em cinco Estados (Minas Gerais, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão e Piauí).

Por: Estadão Conteúdo

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Mulher é detida em Brasília ao tentar fotografar urna

Por: FolhaPress

Thaísa Oliveira
Brasília, DF

Uma mulher de 25 anos foi detida em Brasília (DF) ao tentar fotografar a urna eletrônica durante a votação. O caso ocorreu na Escola Classe 115 do Recanto das Emas, região administrativa que fica a cerca de 30 km da Esplanada dos Ministérios.

O presidente da seção presenciou a tentativa e acionou a Polícia Militar. Ela foi levada para a Superintendência da Polícia Federal.

Disparos em massa

O TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) recebeu 54 denúncias de disparo de mensagens em massa via SMS até às 10h30 deste domingo (2). O envio é proibido pela Justiça Eleitoral.

Outras 84 denúncias foram registradas, até o momento, de derrame de panfletos e santinhos no Distrito Federal. A prática é considerada crime de boca de urna e ambiental. No sábado (1º), o tribunal recebeu 119 denúncias, incluindo uso de carro de som e propaganda em vias públicas.

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Moraes fala em ‘união das instituições’ na defesa do processo eleitoral

Por: Redação Jornal de Brasília

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, visitou o local em que é realizado o teste de integridade das urnas com participação de eleitores, a pedido das Forças Armadas, e defendeu a União das instituições do Judiciário em prol das eleições deste ano.

"A presença de todas essas instituições demonstra essa união entorno das eleições gerais de 2022?, disse Moraes. "A justiça eleitoral reafirma a segurança, a transparência e a integridade das urnas eletrônicas", completou.

A visita ao local de teste proposto pelos militares reuniu um pelotão de autoridades, como presidente em exercício do tribunal de contas da união (TCU), Bruno Dantas, e o corregedor nacional da Justiça Federal, ministro Luiz Felipe Salomão.

A cerimônia ainda contou com a presença dos presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, e da Associação de Magistrados do Brasil (AMB), Renata Gil. Ministros do TSE como Benedito Gonçalves e Sérgio Banhos também acompanharam a testagem. O vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco, representou o Ministério Público na visitação.

Moraes afirmou ainda que "qualquer que seja o resultado, a grande vencedora das eleições de hoje será a sociedade brasileira". No teste realizado no DF, seis urnas são submetidas a teste. O procedimento está sendo acompanhado por dois militares, auditores da Controladoria Geral da União (CGU) e representantes de entidades da sociedade civil e observadores internacionais.

Por: Estadão Conteúdo

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Leandro Grass e a esperança de ir ao segundo turno

Por: Redação Jornal de Brasília

Amanda Karolyne
redacao@grupojbr.com

O candidato ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass, da Federação Brasil da Esperança ao governo do Distrito Federal (PT, PV e PCdoB), foi votar na Escola Classe 06, no Guará II. Ele estava acompanhado da vice Olgamir Amancia, e Rosilene Corrêa que concorre ao Senado.

Leandro demonstrou muita animação pelo trabalho que ele e a bancada da Federação têm feito ao longo da campanha. “Fizemos uma campanha propositiva, mas ao mesmo tempo mostrando para a população o que esse governo representa. O que nós consideramos o pior governo na história do DF. Estamos animados para ir ao segundo turno, para derrotarmos Ibaneis”, afirmou.

Com a expectativa do aguardado segundo turno, Leandro Grass pretende se reunir a partir de amanhã, com todos os candidatos que não são da base do Ibaneis Rocha (MDB). “Para que possamos construir uma grande frente, uma grande união em torno de Brasília”. Leandro quer mostrar para a população a diferença do projeto da Federação Brasil da Esperança, para o projeto de Ibaneis. “Nosso projeto de governo foi construído ao longo de um ano. Nossa campanha foi feita junto a população, e não apenas com grandes empresários, como o Ibaneis fez”, frisou.

Leandro destacou que o projeto dele é conectado com o povo de Brasília, para resolver os problemas de saúde e a crise humanitária na fila do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). “Na educação pública que vive o seu pior momento. Então a gente está com muita esperança, sim, de que o segundo turno aconteça. E a população vai poder perceber a diferença entre ele e o nosso projeto”. Ele acredita ter feito uma campanha muito bonita, de muito diálogo e acolhimento com os brasilienses. “Não respondemos aos ataques e ao ódio. Fizemos sim um contraponto, para mostrar todos os problemas, as irregularidades, as crises e as graves denúncias que pairam sobre o governo do Ibaneis”, salientou. Por outro lado, ele apontou que apresentou propostas, e que tem condições de apresentar um grande programa que é o mesmo defendido por Lula. “Um programa de combate à fome, de combate às desigualdades, de enfrentamento da pobreza”, citou.

Por isso, o candidato também destacou que está esperançoso pela vitória de Lula ainda no primeiro turno. Assim como espera que Rosilene vença a disputa para o Senado, e as bancadas na Câmara Federal e na Câmara Legislativa.

Grass aguardou mais de uma hora, na fila para votar. Enquanto esperava, cumprimentou os eleitores que passavam por ele. Também estavam com o candidato, a mãe Fátima Grass, e a esposa de Leandro, Marcela Sá. Ele afirmou que respeita quem estava na fila a mais tempo, por isso aguardou, sem a prioridade que podia ter. “E até pelo início de tumulto que foi provocado aqui por alguns fanáticos. E de alguma maneira, tentaram nos constranger para que não exercessem o direito ao voto, mas isso é menor diante daquilo que nós temos pela frente, que é tirar Brasília dessa tragédia”, finalizou.

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Mandatos coletivos: somente nome registrado na urna pode participar de discussões e votação

Por: Agência UniCeub

Por André de Araújo Santos
Agência de Notícias Ceub

Ao todo, 213 candidaturas em 2022 apresentaram-se para mandatos coletivos (nos legislativos federal, nos estados e no DF), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Na prática, esse tipo de candidatura foi oficializada para as eleições deste ano e prevê que as pessoas possam se organizar para dividir responsabilidades em um mandato.

No Brasil, esse estilo de mandato surgiu com seu primeiro mandato coletivo em 2016, com a eleição do mandato Alto Paraiso, elegendo 5 covereadores para a Câmara Municipal de Goiás.

Outra condição é que, mesmo que o grupo se apresente como mandato coletivo, na urna só vai o nome de um candidato(a) que represente essa coletividade.

“Só tem direito de parlamentar aquele que foi pra urna representando esse coletivo. É a pessoa que vai participar das discussões, poder assinar e que vai poder votar os projetos de lei. Os demais podem até participar como se fossem assessores”, explica.

Das 213 candidaturas, segundo o TSE, 64% são para deputados estaduais ou distritais, 34% para deputados federais e 2% para o Senado. A candidatura continua a ser registrada no nome de uma única pessoa.

Direitos de parlamentar

Em caso de vitória, apenas o nome do candidato registrado nos TREs terá os direitos de um parlamentar, como discursar no parlamento e participar de colégios de líderes. Apenas ele poderá votar nas sessões

No Brasil, não está regulamentado ainda esse tipo de mandato. De acordo com o professor der direito eleitoral Alessandro Rodrigues das Costa, é necessário aprovação de um projeto de lei que tramita no Congresso. “Para que pudesse haver inclusive uma alternação entre aqueles que estivessem candidatos nesse mandato coletivo, pudessem fazer essa alternatividade por exemplo nos quatro anos quatro desses membros desse coletivo pudesse cada um ano um estar à frente daquele coletivo no seu parlamento.”

Como funciona

Como esse tipo de mandato não está no regulamento, O que acontece é que na Câmara dos Deputados, na Assembleia legislativa apenas quem foi para a urna, o representante do mandato vai poder assinar os documentos, poder votar, participar das reuniões sobre os projetos de lei, os outros representantes podem participar como assessores.

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Criança é atropleda na Estrutural

Por: João Victor Rodrigues

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu essa ocorrência neste domingo (2) na Estrutural. Foi empregado duas viaturas e oito bombeiros militares.

Chegando ao local, a equipe do Corpo de Bombeiros encontraram a vítima de atropelamento, uma criança de 9 anos, do sexo masculino, com suspeita de fratura no membro inferior esquerdo, consciente e desorientado. Ele foi transportado para o IHBB - Instituto Hospital de Base de Brasília-DF.

O motorista do Kadet de cor preta, saiu ileso. A PMDF ficou responsável pelo local.

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Pacheco vota em BH aos gritos de traíra e vaias de bolsonaristas

Por: FolhaPress

Pedro Lovisi

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), foi vaiado e chamado de traíra por grande parte dos eleitores que esperavam na fila para votar em um colégio da região centro-sul de Belo Horizonte (MG).

Vários dos eleitores vestiam camisa da seleção brasileira, em sinal de apoiado ao presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

Em breve fala a jornalistas e em tom moderado, Pacheco disse que, caso algum candidato conteste o resultado das eleições, "a força institucional prevalecerá".

"Que prevaleça a democracia. Aqueles que vencerem têm uma grande responsabilidade e, aqueles que forem derrotados, é importante que reconheçam os vencedores e os resultados das urnas. Esse momento de acirramento haverá de passar no Brasil" disse.

Ele se recusou a declarar seu voto na eleição presidencial.

Após votar, Pacheco voltará para Brasília, onde acompanhará os resultados no Tribunal Superior Eleitoral.

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Chefe dos bispos portugueses é alvo de denúncia por encobrimento de abusos

Por: Jornal de Brasília

A Justiça portuguesa confirmou neste sábado (1º) que está analisando uma denúncia contra o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que segundo a imprensa local é suspeito de ter encoberto um caso de abuso sexual de crianças em Moçambique em 2011.

A denúncia foi "transmitida ao Ministério Público de Braga (uma cidade do norte do país) e ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, para ser estudada", confirmou o Ministério Público à AFP.

De acordo com a edição de sábado do jornal Público, o monsenhor José Ornelas, atual bispo de Leiria Fátima (centro) e presidente do CEP, é suspeito de ter encoberto um caso de abuso sexual num orfanato moçambicano que envolveu um padre italiano em 2011.

A Conferência Episcopal Portuguesa reagiu de imediato em nota para reconhecer que o monsenhor José Ornelas tinha "recebido informação sobre possíveis maus tratos" em 2011, mas que depois de uma investigação "nenhuma prova" foi apurada.

Tanto a Justiça de Moçambique como a italiana decidiram arquivar o caso, diz a nota da igreja, acrescentando que até o momento o monsenhor José Ornelas não tinha sido informado da abertura de uma investigação pelo Ministério Público.

Nos últimos meses, a Justiça portuguesa abriu várias investigações sobre alegadas agressões sexuais na Igreja como resultado dos depoimentos de supostas vítimas recolhidos por uma comissão independente.

lf/mj/mab/es/aa

© Agence France-Presse

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Mark Ruffalo rasga seda para Juliette: “Apelo inspirador à coragem”

Por: Kátia Flávia

Já quero adiantar para vocês que Mark Ruffalo é o intérprete de Hulk, para as minhas amigas que não são ligadas ao universo Marvel e dos super heróis. O americano rasgou seda para Juliette nas redes sociais, dizendo que a musa é uma inspiração para as mulheres brasileiras.

"Mulheres, precisamos conversar. A nossa história é marcada pela opressão e privação de direitos", iniciou a ex-BBB.

Mark compartilhou o tweet da morena e escreveu: "O mundo está assistindo com grande atenção e apreço brasileiros fazendo escolhas corajosas para defender a sua democracia e melhorar suas vidas. Aqui está um apelo inspirador à coragem para as mulheres brasileiras da Juliette".

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Exército ucraniano entra em cidade estratégica em uma das regiões anexadas pela Rússia

Por: Jornal de Brasília

O exército ucraniano entrou neste sábado (1º) em Lyman, cidade estratégica no leste do país, na região de Donetsk, anexada na sexta-feira por Moscou, apesar das críticas de Kiev e das potências ocidentais.

"As forças de ataque aéreo ucranianas estão entrando em Lyman, na região de Donetsk", afirmou o ministério ucraniano da Defesa no Twitter.

Em um vídeo de um minuto que acompanha a mensagem, dois soldados ucranianos agitam e posicionam a bandeira do país ao lado da palavra "Lyman" na entrada da cidade.

"Hasteamos nossa bandeira nacional e a colocamos em nosso território. Lyman sempre fará parte da Ucrânia", afirma, sorridente, um dos militares.

Ao mesmo tempo, o exército russo anunciou sua retirada da cidade.

"Ameaçadas com o cerco, as tropas aliadas se retiraram de Lyman para linhas mais favoráveis", afirmou o ministério da Defesa em um comunicado.

Algumas horas antes, Kiev anunciou que suas tropas haviam "cercado" milhares de soldados russos na cidade.

O porta-voz do exército no leste do país, Serhiy Cherevatyi, afirmou que "entre 5.000 e 5.500 russos" estavam entrincheirados dentro e nos arredores de Lyman.

A tomada da cidade representa uma vitória crucial para Kiev, porque Lyman é um importante centro ferroviário na região anexada de Donetsk.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, celebrou os "resultados significativos" da contraofensiva de suas tropas no leste.

Justiça internacional

Após a anexação oficial na sexta-feira de quatro regiões ucranianas por parte da Rússia, Kiev anunciou que recorrerá à Corte Internacional de Justiça (CIJ) e fez um apelo para que o tribunal "examine o caso o mais rápido possível".

Zelensky também disse que assinaria o documento para obter uma adesão acelerada da Ucrânia à Otan, uma decisão apoiada por Estados Unidos e Canadá.

O presidente russo, Vladimir Putin, liderou na sexta-feira um dia de cerimônias após a anexação dos territórios ucranianos.

"A vitória será nossa", disse o chefe de Estado, entre os aplausos de milhares de simpatizantes na Praça Vermelha de Moscou.

Putin assinou no Kremlin os documentos de anexação ao lado dos dirigentes das regiões separatistas da Ucrânia (Donetsk e Luhansk) e das ocupadas pelas tropas russas (Zaporizhzhia e Kherson).

Neste sábado, o líder da república russa da Chechênia, Ramzan Kadyrov, pediu que o exército russo utilize "armas nucleares de baixa potência" na Ucrânia.

"Na minha opinião, medidas mais drásticas devem ser tomadas, até a declaração da lei marcial nas áreas de fronteira e o uso de armas nucleares de baixa potência", afirmou Kadyrov em mensagem no Telegram, na qual criticou o "nepotismo" dentro do exército russo.

"Detenção ilegal"

Os governantes da União Europeia e da Otan condenaram a anexação, que chamaram de "ilegal".

O Conselho de Segurança da ONU examinou uma resolução de condenação do que foi identificado como "pseudoanexações", mas o texto foi bloqueado pelo poder de veto da Rússia.

O presidente Joe Biden afirmou que os Estados Unidos e seus aliados "não se deixarão intimidar" por Putin e advertiu que a Otan defenderá "cada centímetro" de seu território.

O chefe da diplomacia da UE, Josep Borrell, advertiu, no entanto, que a adesão territorial torna "praticamente impossível o fim da guerra".

As anexações acontecem após sete meses de invasão russa da Ucrânia. Os supostos "referendos" foram organizados de forma urgente nas regiões ocupadas após uma contraofensiva ucraniana bem-sucedida em setembro no nordeste do país.

As vitórias militares de Kiev levaram Putin a decretar uma mobilização "parcial" de centenas de milhares de reservistas.

Na frente de batalha, 24 civis, incluindo 13 crianças e uma mulher grávida, foram encontrados mortos a tiros em um comboio de carros na região de Kharkiv (nordeste), segundo o governador local. Correspondentes da AFP observaram ao menos 11 cadáveres na área do ataque sexta-feira.

No sul da Ucrânia, a Rússia prendeu o diretor geral da central nuclear de Zaporizhzhia, controlada por Moscou, informou a agência nuclear ucraniana, a Energoatom.

Ihor Murashov foi detido na sexta-feira por uma patrulha russa quando seguia de Energodar, controlada pelas tropas de Moscou, para a central.

O veículo de Murashov foi parado, o diretor foi retirado do automóvel e "levado com os olhos vendados para um local não revelado", afirmou o diretor da Energoatom, Petro Kotin.

Kiev denunciou imediata a "detenção ilegal" de Murashov, que não teve o paradeiro revelado. O ministério da Relações Exteriores da Ucrânia chamou o ato de "novo ato de terrorismo de Estado por parte da Rússia".

bur/me-es/pc/fp

© Agence France-Presse

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Mulheres no coração do poder

Por: Gustavo Mariani

Disputar a presidência da república não tem sido um esporte predileto das mulheres brasileiras. Em 133 temporadas de visitas às urnas eleitoras - descontando-se o tempo em que elas eram proibidas de votar e mais 26 viradas de calendário do período ditatorial dos generais-presidentes -, nesta campanha da hora, pouquíssimas delas - o Brasil tem 19 mulheres para um homem - estão tentando presidir o país.

Eleições presidenciais brazucas rolam desde 25 de fevereiro de 1891, quando um colégio eleitoral de senadores e deputados constituintes elegeu o marechal Deodoro da Fonseca, por 129 votos. Em 23 de novembro do mesmo 1891, ele renunciou e o também marechal e seu vice Floriano Peixoto o sucedeu no cargo, no mesmo dia, para ficar até novembro de 1894, data da primeira eleição direta no país e que elegeu Prudente José de Moraes e Barros presidente.

O direito de voto às mulheres veio com o presidente Getúlio Vargas, com o Decreto 21.076, de 1932, que criou a Justiça Eleitoral. Vale ressaltar,no entanto, que elas lutavam pelo direito de votar desde o Século 19.

A partir de 1989, quando o país tomou um “porre de democracia”, se candidataram a chefe da nação apenas… 8 mulheres. Mas só uma chegou ao poder, a mineira Dilma Rousseff, pelo Partido dos Trabalhadores-PT, via o pleito de 2010, com 56,05% dos votos válidos. E reelegeu-se, em 2014, com 51,64% das preferências. Contudo, não completou o segundo mandato, caindo por conta der um impeachment que lhe cobrou irregularidades fiscais.

A primeira mulher brasileira a tentar ser presidente da república foi a advogada mineira Lívia Maria Lêdo Pio de Abreu, pelo Partido Nacionalista-PN, em 1989. Recebeu 180 mil votos e, entre 21 candidatos masculinos, ficou em 16º lugar, com 0,26% dos votos, dispondo de 30 segundos no horário da propaganda eleitoral ela TV.

Mesmo assim, ficou à frente de Eudes Mattar (PLP/0,23%), Fernando Gabeira (PV/0,18%), Celso Brant (PMN/0,16%), Antônio Pedreira (PPB/0,12%) e Manoel Horta-PCdoB/12%) e Armando Silveira (PMB/001%)

Fernando Collor (PRN%) venceu o pleito, em segundo turno, contra Luís Inácio Lula da Silva/PT. Por ordem decrescente de votos, ainda no primeiro turno, ficaram: Leonel Brizola (PDT), Paulo Maluf (PDS), Guilherme Afif (PL), Ulysses Guimarães (PMDB), Roberto Freire (PCB), Aureliano Chaves (PFL), Ronaldo Caiado (PSD), Affonso Neto (PTB), Enéas Carneiro (PRONA)m José Marronzinho (PSP), Paulo Gontijo (PP) e Zamir Teixeira (PC). Desses candidatos, Collor somou 32,47%, Lula 16.60% e Brizola 16,04%. Dos demais pontuados acima de Lívia, suas proporções de votos foram entre 11,19% (passando por 8,60%, 4,70%, 4,60%) a 1,10% - abaixo dela tiveram de 0,86% até 0,01%.

Nascida, em 28 de agosto de 1948, em Carangola-MG, Lívia, que já passou por PN (1985-1989), PSC (1990-1995); PHS (1995-2019) e, agora, está no PODEMOS. Em 2006, 2006, ela tentou ser deputada federal, pelo Distrito Federal e pelo Partido Humanista da Solidariedade, mas não se elegeu, Ela não se considera feminista, mas vê o machismo imperando nesse país. Mesmo assim, não acha candidata com proposta agregadora e programa desenvolvimentista.

Em 1989, ela recebeu a escolha do seu partido, com surpresa e a certeza de que eu não iria ao segundo turno, porque o seu partido não tinha recursos suficientes para fazer campanha mais agressiva. Antes disso, em 2013, ela tentou criar o Partido do Brasil Forte, baseado em ideias da Escola Superior de Guerra (das Forças Armadas), defendendo, entre outros, voto facultativo, ampliação e defesa dos direitos e deveres da mulher. Sobre Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente do Brasil, esta não mereceu o seu voto, por considerá-la radical e intempestiva.

AS OUTRAS - Vejamos quem foram (e são) as demais mulheres em busca da presidência brasileira da república:

1 - Thereza Tinajero Ruize, em 1998, era administradora de empresas quando tornou-se a segunda mulher a querer ser a “Poderosa Chefona”. Filiou-se ao mesmo partido que lançara Lívia Abreu e, no primeiro turno, ficou em 10º lugaro, com 166 mil votos (0,25% dos válidos).

2 - Ana Maria Teixeira Rangel, em 2006, era cientista política e quase não entrou na corrida eleitoral, por ter a sua candidatura impugnada pela sua sigla, o PRP-Partido Republicano Progressista, por ela ter denunciado corrupção interna, denunciando lhe terem sido pedidos R$ 14 milhões para o seu nome ser o escolhido pela legenda. Ficou em quinto lugar (primeiro turno), com 126 mil votos, ou 0,13% dos válidos.

3 - Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho, também, em 2006. Enfermeira e professora, chegou ao Senado, em 1989, com 374 mil votos, ou 22,53% dos válidos. Filiada ao PT, foi a primeira senadora mulher da República, representando Alagoas.

Em 2004, foi uma das fundadoras do PSOL, que se uniu a PSTU e PCB para formar o que foi chamado por frente esquerdista para lançar sua candidatura nas eleições de 2006. No primeiro turno, ficou em terceiro lugar, com 6,5 milhões de votos (6,85% dos válidos).

4 - Marina Osmarina da Silva Vaz de Lima candidatou-se em 2010, 2014 e 2018. Primeiramente, pelo Partido Verde (PV) e ficou em terceiro lugar com mais de 19 milhões de votos (19,33% dos válidos). Sua segunda tentativa foi no pleito seguinte, substituindo Eduardo Campos (PSB), que havia sofrido acidente fatal. Era a vice da chapa, pelo PRB, repetiu a terceira posição, então com mais de 22 milhões de votos (21,32% dos válidos) Em 2018, concorreu pela Rede Sustentabilidade e ficou na 8º posição, com 1 milhão de votos (1% dos válidos). Antes de disputar a cadeira presidencial, ocupou vários cargos públicos. Foi vereadora, em Rio Branco-AC (1988), deputada estadual (1990), senadora (1995 e 2011) - o que, aos 36 anos, fez com que ela se tornasse a mais jovem senadora da história do país - e ministra do Meio Ambiente (2003 e 2008).

5 - Luciana Krebs Genro, em 2014, concorreu pelo partido que ajudou a fundar, o PSOL. Advogada, no primeiro turno, teve 1,6 milhão de votos (1,55% dos válidos), chegando ao quarto lugar. Antes de disputar a presidência, ocupou cargos políticos no Legislativo, foi deputada estadual (1994 e 1998) e federal (2002 e 2006).

6 - Dilma Vana Rousseff, em 2010 e 2014, economista, obteve 47 milhões de votos (46,91%) no primeiro turno de 2010. No segundo turno, levou 55 milhões (56,05%), o que a fez de primeira mulher presidente do Brasil - 36ª da história republicana brazuca.

Photo by JACQUES DEMARTHON / AFP

Em 2014, foi reeleita, por 43 milhões de votos (41,59%) no primeiro turno e 50 milhões (51,64%) no segundo. Seu mandato foi cortado, em 2016, por impeachment, e acuação de ilegalidades fiscais.

7 - Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado tem 54 anos, é pernambucana, de Inajá, mas desde criança reside em Sergipe, onde empregou-se como socióloga pela Universidade Federal do Estado. Está na política desde 2004, tendo, antes, trabalhado como garçonete, datilógrafa e em uma indústria de calçados - onde aderiu ao movimento sindical. Em 1992, estava na criação do PSTU, surgido de dissidências no PT. Já foi candidata a prefeita, governadora e deputada federal.

8 - Simone Tebet é senadora pelo MDB e sua lançou a primeira candidatura feminina às eleições presidenciais. Ela tem sempre disputado eleições majaoritárias como "vice" de chapas encabeçadas por nomes mais competitivos.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Filha do político Ramez Tebet (1936 - 2006), que foi senador e presidente do Senado (2001 e 2003), Simone tem 51 de idade e já foi deputada estadual, prefeita e vice-governadora em seu Estado, Mato Grosso do Sul. É casada com o deputado estadual Eduardo Rocha (MDB), com quem tem duas filhas.

9 - Soraya Thronicke, nascida na sul-mato-grossense Dourados, é senadora em primeiro mandato e presidente da União Brasil Mulher. Formada em Direito, com MBA em Direito Empresarial e pós-graduada em Direito Tributário e em Direito de Família e Sucessões, começou a atuar em político a partir movimentos de rua, em 2013. Disputou sua primeira eleição em 2018, pelo PSL-bolsonarista. Antes, era filiada ao Novo. Agora, foi anunciada como candidata à Presidência da República nas eleições de 2022 pelo União Brasil.

10 - Sofia Manzano, é paulistana e doutora em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP). Aos 51 de idade, além de economista, é professora universitária na Bahia-Sudoeste. Iniciou à militância política pelo Partido Comunista Brasileiro, em 1989, mas só em 2013 passou a participar do movimento sindical de professores. Em 2014, disputou a vice-presidência, pelo PCB. Agora, quer chegar à presidência da república, para fazer reformas na Previdência, na Lei de Responsabilidade Fiscal e no teto de gastos governamental. Casada, toca piano e flauta e é mãe de um filho.

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Simmonneelivia

heloisa helena

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Brazilian former president (2011-2016) Dilma Rousseff speaks during her visit of the National Assembly's France's leftist party La France Insoumise (LFI) office in Paris on September 17, 2019. (Photo by JACQUES DEMARTHON / AFP)

simone tebet

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Bolsonaro exibe mochila com imagem de Lula preso ao fim da motociata em São Paulo

Por: FolhaPress

Bruno Soraggi
São Paulo, SP

Em um de seus últimos atos de campanha à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL) exibiu uma mochila de delivery com a imagem do seu oponente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso.

O candidato participou de uma motociata em São Paulo que acabou no final da manhã deste sábado (1º), quando chegou na praça do Obelisco.

Após o evento, seguiu em direção ao aeroporto de Congonhas, de onde deve partir para Joinville, em Santa Catarina. Haverá outra motociata em apoio a Bolsonaro na cidade.

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Mais de 500.000 refugiados sírios na Turquia voltaram ao seu país, afirma Erdogan

Por: Jornal de Brasília

Mais de meio milhão de sírios que fugiram para a Turquia voltaram ao seu país desde 2016, disse o presidente turco Recep Tayyip Erdogan neste sábado (1º).

"Desde o início das nossas operações transfronteiriças na Síria [em 2016], cerca de 526.000 voluntários voltaram às zonas de segurança que estabelecemos [no norte do país]", declarou o chefe de Estado ao Parlamento turco.

Erdogan afirmou que "preparou", nos últimos meses, o retorno --com base no voluntariado-- de um milhão de refugiados sírios, dos 3,7 milhões oficialmente registrados no país.

O presidente quer continuar financiando, com o apoio de ajuda internacional, habitação e infraestrutura no noroeste da Síria, a última área rebelde que escapa ao poder de Damasco e onde Ancara destaca suas tropas.

A questão de acolher refugiados sírios tornou-se um ponto de tensão na Turquia, oito meses e meio antes das próximas eleições presidenciais e quando o país enfrenta uma grande crise econômica e monetária.

Os partidos da oposição pedem regularmente às autoridades que expulsem milhões de sírios.

O conflito na Síria, que começou em março de 2011, deixou um saldo de meio milhão de mortos e milhões de deslocados e refugiados.

rba/as/mab/es/aa

© Agence France-Presse

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São Paulo e Independiente del Valle decidem a final da Sul-Americana

Por: João Victor Rodrigues

São Paulo e Independiente del Valle, do Equador, jogam neste sábado a grande final, em jogo único, da Copa Sul-Americana. A bola rola às 17h (de Brasília), no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, na Argentina.

Para o time paulista, é a única chance de título e o melhor caminho para uma vaga na Libertadores do ano que vem. Além disso, devolve o time ao grupo de protagonistas do continente.

O São Paulo passou por Everton (CHI), Ayacucho (PER) e Jorge Wilstermann (BOL) na fase de grupos. Nos mata-matas, superou Universidad Católica (CHI), e Atlético-GO, os dois últimos nos pênaltis.

O time equatoriano por sua vez, chegou à Sul-Americana já nos mata-matas por ter terminado em terceiro no Grupo D da Libertadores. Deixou pelo caminho o Lanús (ARG), o Deportivo Táchira (VEN) e o Melgar (PER).

Prováveis escalações

São Paulo

Felipe Alves, Rafinha (Igor Vinicius); Diego Costa, Léo e Reinaldo; Pablo Maia, Rodrigo Nestor, Alisson e Patrick; Luciano e Calleri.

Independiente del Valle

Ramírez; Carabajal, Schunke e Segovia; Matías Fernández, Pellerano, Angulo, Faravelli e Chávez; Lautaro Díaz (Bauman) e Sornoza.

Ficha técnica

Data: sábado :(1º/10)
Horário: 17h (horário de Brasília)
Local: Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, Argentina
Transmissão: Conmebol TV

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“Pra não passar essas vergonhas podia pesquisar”, Gio Ewbank detona hater nas redes sociais

Por: Kátia Flávia

Musa que é musa mostra como se faz, não é mesmo Giovanna Ewbank? A loira mostrou que sabe do assunto ao responder o comentário de um hater na internet que criticava a postura da influenciadora diante ao plantio de árvores e questões ambientais. Gio contou que ela e sua família já plantaram 20 mil árvores.

"Mulher, você já plantou alguma árvore na vida? kkkk você está sendo tombada no Instagram e ainda quer ser aqui", escreveu a hater no Instagram.

Giovanna não ficou calada e respondeu à altura: "Amor, acho que você não sabe mesmo nada da minha vida, não que precise, mas pra não passar essas vergonhas podia pesquisar. Você veria que eu e minha família plantamos não só uma, mas 20 mil árvores. Ah! E a meta é chegarmos a 100 mil. Mas me conta, tô curiosa! Quantas você plantou?", escreveu.

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Polícia já prendeu 34 e apreendeu R$ 3 mi por supostos crimes eleitorais, diz ministro da Justiça

Por: FolhaPress

Raquel Lopes
Brasília, DF


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse que R$ 3 milhões foram apreendidos por supostos crimes eleitorais desde o início da campanha.

Por meio da Operação Eleições 2022, iniciada na segunda-feira (26), a Polícia Federal apreendeu R$ 2 milhões. Já a Polícia Rodoviária Federal apreendeu R$ 1 milhão desde o dia 16 de agosto.

Além disso, 34 pessoas já foram presas por crimes eleitorais, entretanto, não houve detalhamento dos dados. A declaração foi dada durante a coletiva de imprensa neste sábado (1°) para falar do balnaço da operação.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública reativou o (CICCN) Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, em Brasília. A pasta é responsável por coordenar e centralizar as informações dos crimes eleitorais.

É do CICCN que será monitorado o trabalho dos agentes de segurança pública de todo o país para garantir a segurança do cidadão, eleitores e servidores da Justiça em locais de votação e de apuração de votos, ruas e estações de transporte.

O efetivo vai atuar em possíveis atos de violência e crimes eleitorais com boca de urna, transporte ilegal de eleitores, compras de votos, e propaganda irregular. Nos estados, as ações são coordenadas dos Centros Integrados de Comando e Controle Estadual.

"Todas essas apreensões foram para a PF para instauração de inquérito. Eu quero dizer que no domingo teremos eleições seguras, o povo pode ir às urnas para votar. Está pronto o planejamento, segurança da eleição, segurança do transporte das urnas, tudo programado", disse.

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Chega ao fim o casamento de Cláudia Abreu e José Henrique Fonseca

Por: Kátia Flávia

De acordo com o colunista Ancelmo Gois, após 25 anos, chega ao fim o casamento da atriz Cláudia Abreu e do cineasta José Henrique Fonseca.
Além de casados a muito tempo, eles possuem 4 filhos juntos, Maria (21) Felipa (15), José Joaquim (12) e Pedro Henrique (10) e são sócios em uma produtora de conteúdos audiovisuais, a Zola Filmes.
O casal sempre teve um relacionamento discreto, mas fizeram questão de afirmar em uma entrevista ao canal "Hora de Naná" que a principal característica para um bom relacionamento era a honestidade. "Olhar para o outro e saber quem ele é. Se você puder olhar e enxergar a pessoa, quem mora ali, é o mais importante".
Mas a vida é feita de ciclos, não é meu amores? Então, desejo toda a felicidade do mundo para os dois e que aproveitem ao máximo essa nova etapa de suas vidas.

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FMI diz que US$ 50 bi são necessários para erradicar insegurança alimentar

Por: Redação Jornal de Brasília

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que US$ 50 bilhões são necessários para erradicar a insegurança alimentar no mundo durante os próximos 12 meses, assegurando as necessidades alimentares de 345 milhões de pessoas globalmente. Em um estudo sobre o tema, o Fundo destaca os problemas causados pela alta dos preços dos alimentos, que vinham em níveis elevados, e tiveram uma especial disparada com a guerra da Ucrânia.

O FMI destaca 48 países entre os mais afetados pela crise. O Brasil não consta entre eles, mas é lembrado como sétimo maior importador de Rússia e Ucrânia de fertilizantes, o que afeta cerca de 0,2% do PIB do país, de acordo com a pesquisa. Para compensar os habitantes mais vulneráveis das 48 nações, o FMI estima um custo entre US$ 5,1 bilhões e US$ 7,2 bilhões em 2022

Além disso, "é importante notar que os custos adicionais são arcados em um momento em que as receitas domésticas provavelmente estão sob pressão devido ao menor crescimento do PIB, que pesa especialmente sobre a receita tributária", lembra o FMI. Em países com espaço fiscal já limitado, "isso exige uma nova prioridade cuidadosa dos gastos públicos", afirma o organismo. Para muitos países, as pressões adicionais sobre os déficits em conta corrente e as reservas internacionais ocorrem em um momento em que suas posições externas já foram enfraquecidas pela pandemia, afirma.

O FMI sugere que mais da metade dos 48 países identificados como altamente expostos à crise alimentar também têm amortecedores externos ou fiscais relativamente fracos, o que limita sua capacidade de resposta ao choque. As reservas para 15 países cobrem menos de três meses de importações e as reservas para outros oito países não excedem quatro meses, aponta. Neste contexto, "é importante notar que a mobilização adicional de receitas internas para ajudar a cobrir os gastos necessários para mitigar a crise alimentar é muitas vezes difícil no curto prazo", avalia.

Uma pesquisa recente do FMI com 174 países mostra que muitos tomaram medidas para mitigar o impacto social dos preços mais altos de alimentos e energia. O estudo sugere uma clara correlação entre o uso de transferências monetárias e o nível de desenvolvimento de um país: elas são normalmente usadas por economias mais avançadas.

Para o FMI, idealmente, "os subsídios generalizados ao consumo alimentar devem ser eliminados ao longo do tempo" e devem ser substituídos por apoio de renda direcionado aos pobres. "Uma redução gradual poderia ser acompanhada de um compromisso de sua total eliminação no médio prazo. Durante a transição, o direcionamento dos subsídios poderia ser melhorado para reduzir as fugas para grupos de renda mais alta", avalia.

Estadão Conteúdo

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Contas públicas têm déficit de R$ 30,2 bilhões em agosto

Por: Redação Jornal de Brasília

As contas públicas fecharam o mês de agosto com saldo negativo, resultado, principalmente, do aumento das despesas com pagamentos de precatórios pelo Tesouro Nacional. O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit primário de R$ 30,279 bilhões no mês passado, ante superávit primário de R$ 16,729 bilhões em agosto de 2021.

Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

Em 12 meses, encerrados em agosto, as contas acumulam superávit primário de R$ 183,546 bilhões, o que corresponde a 1,97% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). No ano, de janeiro a agosto, há superávit de R$ 120,056 bilhões, ante resultado positivo de R$ 1,237 bilhão no mesmo período do ano passado.

A meta para as contas públicas deste ano, definida na Lei de Diretrizes Orçamentárias, é de déficit primário de R$ 177,5 bilhões para o setor público consolidado.

Em 2021, as contas públicas fecharam o ano com superávit primário de R$ 64,7 bilhões, 0,75% do PIB. Foi o primeiro ano de resultados positivos nas contas do setor público, após 7 anos de déficit. Em 2020, as contas públicas tiveram déficit primário recorde de R$ 702,950 bilhões, 9,41% do PIB, em razão dos gastos com a pandemia da covid-19.

Dados isolados

No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 49,773 bilhões ante o déficit de R$ 11,092 bilhões de agosto de 2021. A explicação são as despesas que cresceram mais que as receitas em agosto.

As receitas cresceram 8% em termos reais, por volta de R$ 10 bilhões, puxadas pelo recebimento de dividendos de empresas estatais, que pagaram à União cerca de R$ 6 bilhões. Já as despesas tiveram um aumento maior, de 36%, cerca de R$ 50 bilhões, com contribuição significativa do pagamento de precatórios, no mês, em torno de R$ 25 bilhões. Os precatórios são as dívidas contraídas pelos governos, em todas as esferas, quando são condenados em instância final pela justiça a pagar a pessoas físicas ou jurídicas.

Em agosto, o Tesouro Nacional também pagou R$ 23,9 bilhões referentes ao acordo que extinguiu a dívida de cerca de R$ 24 bilhões da Prefeitura de São Paulo com a União. Em troca, o município encerrou a ação judicial que questionava o controle do aeroporto do Campo de Marte, na capital paulista, que fica sob o domínio do governo federal.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, esse montante impacta os resultados isolados do Governo Central e dos governos municipais, mas quando se olha o setor público consolidado, ele é neutro, já que entra como despesa para um ente e como receita para o outro.

“Essa operação ajuda explicar porque o Governo Central teve um déficit elevado e os governos regionais um superávit. A União recebeu um ativo novo, um bem imóvel, um ativo não financeiro que não entra nas estatísticas de dívida líquida, mas o pagamento desse ativo na forma de diminuição do endividamento fez com que reduzisse outro ativo do Governo Central [a dívida do município de São Paulo]. O impacto no município é o contrário, ele perdeu um ativo não financeiro e reduziu um passivo que era sua dívida com a União”, explicou.

O montante do déficit do Governo Central difere do resultado divulgado ontem (29) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 49,972 bilhões em agosto, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

Os governos estaduais tiveram déficit no mês passado, registrando R$ 4,404 bilhões, ante superávit de R$ 23,479 bilhões em agosto de 2021. De acordo com Rocha, a base de comparação de agosto de 2021 está elevada pois, naquele mês, o estado do Rio de Janeiro recebeu recursos extraordinários da concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).

Já os governos municipais anotaram superávit de R$ 22,929 bilhões em agosto deste ano, resultado da operação da União e do município de São Paulo envolvendo o Campo de Marte. No mesmo mês de 2021, o superávit foi de R$ 3,859 bilhões para esses entes.

Segundo Rocha, houve queda na arrecadação desses entes, principalmente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que teve variação de quase 10% do ano passado para cá. Por outro lado, as transferências regulares do governo federal no âmbito do compartilhamento de impostos e outras normas federativas cresceram 13,7%, fruto natural do aumento da arrecadação federal.

Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram superávit primário de R$ 970 milhões no mês passado.

Despesas com juros
Os gastos com juros ficaram em R$ 35,628 bilhões no mês passado, contra R$ 42,939 bilhões em julho e R$ 46,467 bilhões em agosto de 2021. Segundo Rocha, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro), que, nesse caso contribuíram para a melhora da conta de juros no mês passado. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita, quando há ganhos, e como despesa, quando há perdas.

No mês passado, a conta de swaps teve ganhos de R$ 11,3 bilhões. Já em agosto de 2021, o BC teve perdas de R$ 7,6 bilhões. Também há o impacto da queda do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, nos últimos meses, que contribuem para a redução dos juros.

O resultado nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros, se elevou. Em agosto, o déficit nominal ficou em R$ 65,907 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 29,739 bilhões em igual mês de 2021. Em 12 meses, acumula déficit R$ 392,037 bilhões, ou 4,20% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 5,435 trilhões em agosto, o que corresponde a 58,2% do PIB. Em julho, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 57,8%.

Em agosto de 2022, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 7,231 trilhões ou 77,5% do PIB, contra 78,2% (R$ 7,217 trilhões) no mês anterior. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

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Desemprego fica abaixo de 9% e atinge 9,7 milhões

Por: FolhaPress

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Leonardo Vieceli
Rio de Janeiro, RJ

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 8,9% no trimestre até agosto, informou nesta sexta-feira (30) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o menor índice da série histórica comparável desde o período encerrado em agosto de 2015.

À época, a taxa também estava em 8,9%, e a economia nacional atravessava recessão. É a primeira vez desde então que o índice fica abaixo de 9%.

O novo resultado veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam taxa de 8,9% até agosto.

O indicador marcava 9,8% no trimestre até maio, o mais recente da série histórica comparável da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). No trimestre móvel até julho, que integra outra série da Pnad, o indicador já estava em 9,1%.

O número de desempregados, por sua vez, recuou para 9,7 milhões de pessoas até agosto. Com isso, caiu para o menor nível desde novembro de 2015 (9,3 milhões), indicou o IBGE. O contingente somava 10,6 milhões até maio.

Segundo as estatísticas oficiais, a população desempregada é formada por pessoas de 14 anos ou mais que estão sem trabalho e seguem à procura de novas vagas. Quem não tem emprego e não está buscando oportunidades não entra nesse cálculo.

A Pnad retrata tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal. Ou seja, abrange desde os empregos com carteira assinada e CNPJ até os populares bicos.

NÚMERO DE OCUPADOS ALCANÇA 99 MILHÕES

O contingente de pessoas ocupadas com algum tipo de trabalho foi de 99 milhões até agosto. Assim, bateu novamente o recorde da série histórica, iniciada em 2012. A população ocupada teve acréscimo de 1,5 milhão de pessoas frente ao trimestre até maio, quando estava em 97,5 milhões.

Após os estragos causados pela pandemia, a abertura de vagas foi beneficiada pela vacinação contra a Covid-19. O processo de imunização permitiu a reabertura de negócios e a volta da circulação de pessoas.

Às vésperas das eleições, o governo Jair Bolsonaro (PL) buscou aquecer a economia com liberação de recursos, cortes de impostos e ampliação em agosto do Auxílio Brasil. Bolsonaro aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"Os dados de agosto permanecem mostrando melhora no sentido de crescimento do número de trabalhadores", disse Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado chegou a 36 milhões, uma alta de 398 mil pessoas frente ao trimestre anterior. O recorde foi registrado em maio de 2014 (37,6 milhões).

O IBGE também indicou que, das 99 milhões de pessoas ocupadas no total, 39,3 milhões estavam na informalidade (sem carteira ou CNPJ). O número de informais é o maior da série histórica.

Assim, a taxa de informalidade foi de 39,7%. O indicador mede o percentual de ocupados que atuavam sem algum tipo de registro (39,3 milhões) em relação ao total (99 milhões). O recorde da série foi de 41%, verificado no trimestre até agosto de 2019, antes da pandemia.

"O mercado de trabalho vem se recuperando, baseado principalmente no trabalho informal ao longo de 2021. A partir do final de 2021, a gente começa a ter também uma expansão da parte formal. O fato de termos crescimento do emprego com carteira não significa que a informalidade tenha parado de crescer", apontou Beringuy.

"A leitura que a gente pode fazer é que, embora haja alta na carteira assinada, a população informal permanece com participação extremamente relevante na expansão ou manutenção da ocupação", acrescentou.

RENDA SOBE, MAS SEGUE BAIXA EM TERMOS HISTÓRICOS

Pela segunda vez consecutiva, o rendimento habitual do trabalho teve crescimento real (descontada a inflação), apontou o IBGE. A renda média dos ocupados foi de R$ 2.713 no trimestre até agosto, uma alta de 3,1% frente a maio (R$ 2.632).

O resultado pode ser associado com a recente trégua da inflação, conforme Beringuy. "O recuo do índice de preços se manifesta em crescimento do rendimento em termos reais."

A renda, porém, teve variação negativa de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2021 (R$ 2.730). O IBGE considera o resultado como estatisticamente estável.

Ou seja, a recuperação do indicador ainda é incompleta. Sinal disso é que, para trimestres encerrados em agosto, o rendimento deste ano (R$ 2.713) é o segundo menor da série. Fica acima apenas do verificado em 2012 (R$ 2.690).

Economistas veem chance de a taxa de desocupação ficar mais próxima de 8% até dezembro no Brasil. A reta final do ano costuma ser marcada por contratações temporárias em razão da demanda sazonal em setores como o comércio.

Em 2023, porém, essa retomada pode perder ímpeto, sob efeito dos juros elevados, que desafiam os investimentos produtivos de empresas e o consumo das famílias.

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Taça das Favelas Brasília 2022 chega aos confrontos semifinais neste sábado (1º)

Por: Redação Jornal de Brasília

A Taça das Favelas Brasília 2022 está nas últimas etapas, com os confrontos da semifinal já neste sábado (1º), um dia antes das eleições. Os jogos começam às 8h com as duas partidas da categoria feminina: Ceilândia Norte x Ceilândia Sul e São Sebastião x Vila DVO. Em seguida, é a vez dos confrontos da categoria masculina, com Águas Lindas x Riacho Fundo 1 e Guará x Varjão.

Idealizado pela Central Única das Favelas do Distrito Federal (Cufa-DF), o campeonato de futebol está na 5ª edição e é voltado para jovens talentos que moram na periferia do Distrito Federal e entorno. Os jogos de semifinal serão realizados no campo sintético da quadra 38 do Guará 2, onde vem ocorrendo desde os confrontos da 1ª fase, que começaram em 4 de setembro.

Neste ano, a Taça começou com 46 times em Brasília, sendo 32 masculinos e 16 femininos. Os jogos da 1ª fase tiveram sistema de ida e volta, ou seja, dois times se enfrentaram duas vezes para definir os confrontos das oitavas de final, realizados no último sábado (24/09). Os times femininos, devido à menor quantidade, foram direto para as quartas de final no domingo (25/09), mesmo dia em que as quartas de final masculinas ocorreram.

A final local do torneio está marcada para o dia 8 de outubro, com transmissão ao vivo pela TV Globo Brasília a partir das 14h. Já a final da competição a nível nacional, que será disputada entre a Taça brasiliense e as demais 17 cidades que estão realizando o campeonato, está marcada para 19 de novembro, também com transmissão ao vivo pela Globo.

Taça das Favelas Brasília 2022

A Taça das Favelas começou no Rio de Janeiro, há 10 anos, e já existe em 18 estados atualmente, cada um com seu formato. Alguns estados contam somente com times masculinos, enquanto outros também incluem times femininos. Considerado o maior campeonato de futebol de favelas do mundo, o projeto busca incentivar a prática esportiva nas comunidades periféricas e trazer oportunidade para jovens atletas.

Foto: Cláudio Reis

No Distrito Federal, o torneio existe desde 2016, quando teve o nome de Taça das Quebradas, com idealização da Central Única das Favelas do Distrito Federal (Cufa-DF). Em 2017, passou a se chamar Taça das Favelas. A terceira edição foi realizada em 2019 e a quarta e última, em 2021, com o prêmio da categoria masculina para o time de Samambaia Sul e o da feminina para Ceilândia Norte. Na edição 2022, a realização do campeonato é do Projeto SA, em parceria Cufa-DF e a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do DF, que fomenta a iniciativa.

Cronograma:

  • 03/09 - sábado - Congresso técnico
  • 04/09 - domingo - Abertura e início dos jogos da 1ª fase
  • 10/09 - sábado - Jogos da 1ª fase
  • 11/09 - domingo - Jogos da 1ª fase
  • 17/09 - sábado - Jogos da 1ª fase
  • 18/09 - domingo - Jogos da 1ª fase
  • 24/09 - sábado - Oitavas de final da categoria masculina
  • 25/09 - domingo - Quartas de final das categorias masculina e feminina
  • 01/10 - sábado - Semifinal masculina e feminina
  • 08/10 - sábado - Final masculina e feminina DF
  • 19/11 - sábado - Final nacional

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Foto: Cláudio Reis

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Departamento de Transportes dos EUA aprova joint venture entre Delta e Latam

Por: Redação Jornal de Brasília

O Departamento de Transportes dos EUA aprovou a joint venture entre a Delta e a Latam, Latam Brasil, Latam Colômbia, Latam Peru e Latam Paraguai, informa o grupo chileno. Assim que a JV for implementada, as companhias aéreas trabalharão para criar este acordo comercial entre Estados Unidos e Canadá e a América do Sul (Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai).

"A joint venture entre a Delta e a Latam ajudará no crescimento do mercado entre a América do Norte e a América do Sul, proporcionando benefícios significativos e necessários para os clientes", afirma em nota o CEO da Delta, Ed Bastian.

A Delta e a Latam anunciaram seu primeiro acordo em 2019, com o objetivo de expandir significativamente as opções de viagem na América do Norte e do Sul e oferecer uma experiência líder do setor.

Em 2020, as aéreas introduziram seus primeiros serviços de codeshare na América do Sul e, em 2021, expandiram para mais de 20 rotas entre os Estados Unidos e a América do Sul, além de conexões para uma ampla rede de destinos nacionais e regionais a partir de seus centros de conexão em Atlanta, Nova York e Los Angeles, Santiago, Lima, Bogotá e São Paulo, melhorando a conectividade entre as duas regiões.

Estadão Conteúdo

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Tecnologia está a serviço de bilionários que querem fugir do planeta, diz autor

Por: FolhaPress

Gustavo Soares
São Paulo, SP

Cinco super-ricos anônimos convidam um escritor especializado em tecnologia para palestrar em um resort luxuoso no meio do nada.

Em vez de tirar dúvidas sobre blockchain, metaverso e outros termos da moda, eles querem descobrir a melhor forma de escapar de um cataclismo.

Esse é o ponto de partida do livro "Survival of the Richest: Escape Fantasies of the Tech Billionaires" (Sobrevivência dos Mais Ricos: Fantasias de Fuga dos Bilionários da Tecnologia), de Douglas Rushkoff, professor de estudos midiáticos e economia digital na City University of New York.

Contudo, o que esses ricaços estão fazendo para fugir de um suposto fim do mundo não é o foco do livro, apesar do título.

Ele até dá alguns exemplos, como as cidades em alto-mar de Peter Thiel, cofundador do PayPal, e a possível ida de Elon Musk e Jeff Bezos a Marte. Estas seriam a versão deluxe dos preppers (ou sobrevivencialistas, em português), grupos que se preparam com minúcia para alguma emergência, como guerras ou epidemias.

Na verdade, Rushkoff busca explicar como a mentalidade dos empreendedores do Vale do Silício passou de criar empresas revolucionárias para fazer planos de fuga de uma realidade que eles mesmos construíram.

O autor aponta que o capitalismo especulativo se infiltrou de tal forma no desenvolvimento tecnológico que, hoje, dinheiro não é mais visto como uma forma de financiar novas ideias -pelo contrário, elas se tornaram uma forma de se fazer dinheiro fácil. Esse movimento ocorreu no momento em que o boom digital da virada do milênio se transformou em crise.

As soluções práticas deixaram de ter valor econômico, dando lugar a conceitos reembalados e vendidos como o estado da arte da tecnologia. Isso para conquistar aportes milionários, ter crescimento exponencial, abrir o capital e fugir com o dinheiro. Não sem antes moldar a sociedade e destruir empregos.

Talvez as ideias por trás de empresas como Uber, Facebook e Tesla não sejam tão revolucionárias assim, só calharam de atrair capital suficiente, propõe Rushkoff. Hoje, a cultura das startups se baseia apenas no fazer por fazer, buscando ser alvo de especulação. Extrair e ir embora, como colonizadores.

Essas mentes geniais do Vale do Silício não fazem uma "destruição criativa", expressão do economista Joseph Schumpeter para explicar o desenvolvimento econômico, mas sim uma "destruição destrutiva". Criam soluções que, no fim das contas, não eram necessárias.

"A inovação tecnológica passou a ser entendida menos como uma forma de criar produtos e experiências melhores e mais interessantes para as pessoas, do que como outro meio de aumentar a dominação, a extração e o crescimento", escreve Rushkoff.

Essa insistência em ignorar o que já existe e parar de olhar diretamente para o mundo real faz o autor ligar os pontos entre a cultura corporativa das startups e os projetos de bunkers bilionários.

As redes sociais mais populares são consequência disso. Google e Meta deixaram de ser empresas com soluções práticas, como fazer pesquisas e reencontrar amigos de infância, para lucrar em cima dos dados de seus usuários. Essa abstração fica até literal quando Mark Zuckerberg busca deixar até mesmo o mundo real obsoleto, com a chegada do metaverso.

"Não somos produtos dessas plataformas, mas sim força de trabalho. Lemos, curtimos, postamos e retuítamos obedientemente; ficamos furiosos, escandalizados e indignados; e continuamos reclamando, atacando ou cancelando. Isso é trabalho. Os beneficiários são os acionistas."

É nesse sentido que Rushkoff defende o degrowth, ou decrescimento. A corrente propõe que é preciso abandonar a expansão da economia como um objetivo político e aceitar que a retração é a única forma de salvar o planeta de uma catástrofe climática.

A mentalidade bilionária descrita em "Survival of the Richest" não quer corrigir as deficiências do capitalismo, mas escondê-las. Quando as soluções chegam, não têm a ver com produzir menos, redistribuir e se reconectar ao presente, mas sim resolver com mais dinheiro e mais tecnologia. Com um metaverso.

As soluções do autor, contudo, são simplistas. O livro funciona como diagnóstico das tecnologias e seus donos bilionários, mas não como uma cartilha para o futuro. É mais como um manifesto para rir, mesmo que de desespero, de super-ricos que querem deixar a humanidade para trás.

"Em vez de decidir se compra um carro elétrico, a gás ou híbrido, fique com o carro que você tem. Melhor ainda, comece a pegar caronas, caminhar para o trabalho, trabalhar em casa ou trabalhar menos", sugere Rushkoff.

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Consórcio do Nordeste rebate Bolsonaro e o acusa de omissão na pandemia

Por: FolhaPress

Fábio Zanini
São Paulo, SP

O Consórcio do Nordeste divulgou nota nesta sexta-feira (30) rebatendo as falas do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a atuação dos governadores na pandemia de coronavírus durante o debate promovido pela TV Globo.

Eles acusam o presidente de omissões em série e afirmam que seu legado é a desconfiança jogada em cima da vacina, "um dos maiores instrumentos de promoção da saúde pública".

"Ao invés de zombar do sofrimento das pessoas com falta de ar, promover remédios sem eficácia e
atrasar a compra das vacinas, os estados integrantes do Consórcio criaram o programa Nordeste
Acolhe para conceder pensão aos órfãos da pandemia", afirmam.

No documento, o governador Paulo Câmara (PSB-PE), presidente do consórcio, afirma que Bolsonaro esbravejou e tentou desqualificar o trabalho dos governadores ao ser confrontado, no debate desta quinta-feira (29), com as evidências de sua desastrosa atuação durante a pandemia.

Câmara justifica que governos do Nordeste, como dezenas de outras administrações pelo país, foram vítimas de fraudes, e denunciaram às autoridades policiais competentes. "Os envolvidos foram presos, estão sendo processados e os recursos empregados já começaram a ser devolvidos", justifica.

Jair Bolsonaro foi questionado durante o debate promovido pela TV Globo sobre sua atuação na pandemia. Em dado momento, a presidenciável Soraya Thronicke (União) questionou se o chefe do Executivo havia se vacinado, mas ele tergiversou e não respondeu.

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Aliados de Lula temem que violência amplie abstenção e ligam alerta sobre mesários

Por: FolhaPress

Catia Seabra, Julia Chaib e Victoria Azevedo
Rio de Janeiro, RJ, Brasília, DF e São Paulo, SP

Uma corrente do comando da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme que recentes agressões a apoiadores do petista provoquem abstenções no dia 2 de outubro.

Para petistas, há uma tentativa de intimidação dos eleitores de Lula com ameaça de tensão nas ruas no dia da votação. A cúpula da campanha vive um dilema sobre como lidar com o possível medo do eleitor.

Enquanto uma ala defende que o assunto seja tratado em mensagens endereçadas ao eleitor, de preferência pelo próprio Lula, outra alega que a simples abordagem poderá afugentar indecisos e até simpatizantes do ex-presidente.

Com o dilema, a orientação é por ora intensificar a campanha anti-abstenção, mas sem abordar o risco de violência no domingo.

O comparecimento às urnas é tratado pelo PT como fator fundamental na tentativa de garantir a vitória de Lula no primeiro turno.

Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 20% dos eleitores aptos a votar faltaram às urnas na eleição de 2018. Estudos mostram que boa parte dos que não compareceram às seções eleitorais são de fatias do eleitorado em que Lula registra maior intenção de votos.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), afirmou na terça-feira (27), que a abstenção "não tem o motivo da violência, necessariamente", mas que isso "acaba assustando" a população.

Ela ressalta que a campanha de Lula fez um pedido ao presidente do TSE, Alexandre de Moraes, "para que ele assegure o clima da votação no dia".

"Ou seja, que as forças de segurança tenham condições de dar segurança às pessoas", disse Gleisi.
Nesta quinta (29), Moraes afirmou que os eleitores terão "total segurança e liberdade" para votar no domingo (2).

"Todas as eleitoras e todos os eleitores poderão se dirigir às sessões eleitorais, tranquilamente, expor a sua posição ideológica votando no candidato ou nos candidatos que escolherem", afirmou Moraes, ao fim da sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) desta quinta.

O ministro também destacou medidas tomadas pelo TSE para aumentar a segurança nas eleições, como o novo texto sobre a proibição da entrada com celular nas cabines de votação e a proibição a CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) de transportarem armas e munições no dia que antecede a votação, na data do primeiro turno e nas 24 horas seguintes.

O tema de segurança foi tratado por Moraes em reunião com representantes de centrais sindicais nesta semana.

Outro receio da campanha de Lula é que haja mesários aliados de Jair Bolsonaro (PL) infiltrados nas seções eleitorais que possam tentar coagir eleitores na hora da votação.

Por isso, a estratégia definida foi a de incentivar os simpatizantes a se cadastrarem como fiscais nos locais de votação e denunciarem abusos, se houver.

Em vídeo divulgado nas redes do PT, Gleisi estimula que as pessoas se tornem "fiscais do Lula". "Vamos garantir a vitória e evitar que Bolsonaro tumultue as eleições. Vamos garantir um processo eleitoral tranquilo e sem violência", diz ela no filmete.

No Distrito Federal, por exemplo, já há 1100 fiscais cadastrados, para atuarem em 610 locais de votação, segundo dados do PT local. Na capital, os partidos da coligação que apoia Lula também se reuniram com a Secretaria de Segurança Pública e com o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para discutir medidas de proteção aos eleitores.

Secretário-geral do PT, o deputado Paulo Teixeira publicou uma mensagem de encorajamento nas redes sociais. "Quanto mais o Bolsonaro se desespera com sua situação eleitoral, mais ele prega a violência para desestimular o voto. Não nos intimidarão", publicou.

No comando da campanha, há também o medo de que proprietários de empresas de ônibus reduzam, deliberadamente, o número de carros em circulação para dificultar acesso de eleitores de baixa renda às seções eleitorais.

O próprio Lula citou esse risco durante discurso no Rio de Janeiro. Na quadra da Portela, o ex-presidente pediu para o seu apoiador encampar um movimento pelo voto.

"E inclusive ficar alerta porque esse maluco que está lá é capaz de fazer com que muitas empresas tirem os ônibus de circulação para o povo não ir votar. A gente vai ter que votar a pé se for necessário."

A Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais do PT enviou a vereadores do partido um modelo de questionamento destinado a prefeitos sobre o funcionamento dos transportes no dia 2 de outubro.

Segundo dirigentes petistas, é uma forma de garantir que as prefeituras zelarão pelo trânsito de eleitores.

No dia da votação, os diretórios municipais do PT funcionarão em esquema de plantão. Uma comissão do PT fez uma análise dos riscos de estímulo à abstenção em cada estado.

Segundo petistas, a conclusão é que a ameaça seria maior em um eventual segundo turno por duas razões.

No primeiro turno, os candidatos a deputado e ao Senado acompanham o processo nas seções eleitorais. No segundo, esse exército de apoiadores é desmobilizado.

Além disso, a maior parte dos governadores afinados com o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputam a reeleição e, muitas vezes, dividem o eleitorado com Lula. Por isso, sobressaltos no dia da eleição poderiam afetar seus próprios eleitorados.

Mesmo assim, em áreas de maior incidência de confronto, eleitores do petista têm sido orientados a evitar até mesmo o vermelho característico do PT.

A campanha vem registrando uma escalada da violência nos últimos meses. Em julho, um policial bolsonarista invadiu uma festa de aniversário e matou a tiros um eleitor de Lula, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O caso mais recente -ainda em investigação- é deste sábado (24), quando um apoiador do Bolsonaro morreu após ser esfaqueado em um bar em Rio do Sul, Santa Catarina.

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No MS, Bolsonaro esnoba candidato do PSDB e causa insatisfação em Tereza Cristina

Por: Redação Jornal de Brasília

O presidente Jair Bolsonaro (PL) resolveu declarar apoio ao candidato do PRTB a governador do Mato Grosso do Sul, Capitão Contar, e criou um constrangimento para sua ex-ministra Tereza Cristina (PP), que concorre ao Senado em uma chapa rival, encabeçada por Eduardo Riedel (PSDB) como candidato a governador A ex-ministra reagiu nas redes sociais e divulgou um vídeo em que reitera apoio ao tucano e diz que Bolsonaro aprovou a aliança.

"Reitero meu apoio a Eduardo Riedel. No início desse processo fechamos uma coligação, incluindo o PL, partido do nosso presidente. Essa decisão foi tomada em conjunto com todas as lideranças partidárias nacionais e estaduais e aprovada pelo presidente Bolsonaro", afirmou Tereza.

O Estadão apurou que o ministro da Casa Civil e presidente licenciado PP, Ciro Nogueira, e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, ligaram para a ex-ministra para pedir desculpas pelo declaração do presidente. A declaração de Bolsonaro repercutiu mal também entre aliados de Riedel. O candidato do PSDB é apoiado pelo atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e atuou para conquistar o apoio de prefeitos para Tereza Cristina.

Bolsonaro pediu votos para Contar durante o debate presidencial da TV Globo desta quinta-feira, 29, e ignorou Riedel. Mesmo com o PSDB na chapa presidencial de Simone Tebet (MDB), representado pela senadora Mara Gabrilli, o tucano do Mato Grosso do Sul já declarou que está com Bolsonaro.

Durante o debate, a senadora Soraya Thronicke, candidata do União Brasil a presidente e também do Mato Grosso do Sul, acusou Bolsonaro de abandonar o candidato do PRTB. "Eu não tinha tomado partido no tocante a eleições a governador do Estado, a partir desse momento, da forma como a senhora candidata se dirigiu à minha pessoa, eu quero apelar a todos de Mato Grosso do Sul, votem no capitão Contar para governador. É a melhor opção… É a melhor opção para esse Estado", disse o presidente.

De acordo com pesquisa Ipec divulgada no dia 31 de agosto, André Puccinelli (MDB) lidera as intenções de voto para o governo do Mato Grosso do Sul, com 25%. Em seguida aparecem Marquinhos Trad (PSD), com 20%, Riedel, com 14%, Rose Modesto (União Brasil), com 12%, e Contar, com 8%. Na disputa pelo Senado, Tereza Cristina lidera com 38%, Juiz Odilon (PSD) pontuou 18% e Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) apareceu com 13%.

Diferente do que acontece na maioria dos Estados, Bolsonaro está numericamente na frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Mato Grosso do Sul. Segundo pesquisa Ipec divulgada no dia 16 de setembro, o presidente tem a preferência de 40% contra 36% do petista. Em maio passado, durante uma das reuniões da direção nacional do PSDB para fazer com que João Doria não fosse o candidato do partido, a ala da legenda no Estado foi uma das que defenderam mais explicitamente o endosso a Bolsonaro logo no primeiro turno.

Estadão Conteúdo

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