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O onze do Benfica para o jogo com o Midtjylland

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Consulte as escolhas de Roger Schmidt para o jogo da 2.ª mão da 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões

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Santa Clara-Casa Pia no topo; Sp. Braga-Sporting no fundo: o balanço do tempo útil da 1.ª ronda da Liga

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Duelo dos Açores teve 61,7% de tempo útil; na Pedreira o registo ficou-se pelos 50,16%

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Pergunte o que quiser sobre o Midtjylland-Benfica

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O jornalista Valter Marques responde aos leitores

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Tudo o que foi dito no fórum sobre a Volta a Portugal

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A jornalista Ana Paula Marques respondeu aos leitores

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Taça Continental de hóquei em patins disputa-se em Itália em setembro

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Valongo vai defrontar os espanhóis do Calafell nas meias-finais marcadas para dia 17

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Quando a indisciplina se sobrepõe ao talento: É desta que Moise Kean aprende?

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Campeão ao lado de CR7, aventurou-se em Inglaterra com Marco Silva e jogou no PSG mas rebeldia não muda

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Por que deflação registrada pelo IBGE não significa alívio para mais pobres



O Brasil registrou uma deflação de 0,68% no último mês de julho, depois de dois anos seguidos de aumento nos preços. O país ainda acumula uma inflação anual de mais de 10%, ou seja, os preços subiram em geral 10% nos últimos doze meses.

queda foi puxada pela diminuição acentuada do preço dos combustíveis e da energia, mas a maioria dos produtos e serviços que compõem o índice de inflação ainda estão subindo. O preço dos alimentos, em especial, continua subindo e afeta principalmente as famílias mais pobres.

Mas o que é deflação e o que ela significa nesse contexto?

Se a inflação é o aumento dos preços, a deflação é o contrário: é uma variação negativa do nível de preços entre dois momentos, explica o economista Anderson Antonio Denardin, coordenador do curso de Ciências Econômicas da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria).

Ou seja, deflação é o que acontece quando o índice de inflação está negativo. No Brasil, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é considerado o índice oficial de inflação e a queda de 0,68% no índice mensal (comparação de julho com o mês anterior) foi anunciada nesta terça (09/08) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A deflação de julho foi puxada principalmente por dois fatores, explica Denardin: o corte do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e a queda no valor dos combustíveis e da energia; e o aumento dos juros, que diminui a oferta de crédito e portanto freia o consumo.

O índice, no entanto, é uma média das variações dos diferentes componentes do IPCA, e a queda não quer dizer que todos os preços baixaram na comparação entre julho e junho.

"Quando se fala em deflação, normalmente estamos falando de uma queda generalizada de preços. Mas a deflação de julho não foi uma queda generalizada", afirma André Braz, economista da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Os preços dos alimentos e dos serviços ainda estão subindo - a inflação de alimentos foi de 1,3% em julho e 14,72% em doze meses, segundo o IBGE.

"Essa é na verdade a notícia mais importante, porque é a que mais afeta a população mais pobre. Houve um aumento real dos alimentos, o que significa que a cada visita que a família faz ao mercado, ela volta com menos alimentos", diz o economista.



Mais pobres afetados pela alta dos alimentos

O economista lembra que o índice de difusão, que mede o percentual de produtos e serviços com aumento de preços, está em 63% - ou seja, apesar da queda geral do índice de 0,68%, quase dois terços dos dos preços que compõem o IPCA na verdade subiram.

"Do jeito que a deflação aconteceu, ela beneficia principalmente o brasileiro mais rico, que consome gasolina e gasta mais energia", diz Braz. "É uma queda que foi mais sentida pelos ricos."

"A população mais pobre ainda sofre com a alta dos alimentos, que diminui o seu poder de compra. É um grupo que não tem muita flexibilidade para fugir desse processo inflacionário", diz Denardin.

Braz afirma que a expectativa é que o efeito da queda no preço dos combustíveis e da energia tenham o efeito de reduzir a inflação nos outros produtos e serviços. "São itens usados na atividade produtiva, então a gente espera que haja um efeito de diminuição", diz.



Para Denardin, a deflação de 0,68% registrada significa que a política do governo de reduzir impostos teve o efeito esperado.

A mudança nas regras do ICMS para os Estados foi articulada pelo Planalto e aprovada pelo Congresso em junho, a quatro meses da eleição.

Braz, no entanto, aponta que a redução dos custos é acompanhada de redução na arrecadação, o que no longo prazo diminui o fôlego do governo para investir e pode estancar o crescimento.

"Além disso, se você não mostra de onde está arrecadando para compensar essa redução de impostos, você gera incerteza e diminui a credibilidade fiscal do governo", afirma Braz. "Não sou contra o corte dos impostos, mas é preciso que seja feito com responsabilidade fiscal."

- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62484156

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Queda no preço dos combustíveis provoca deflação em julho



Pressionado pela queda nos preços dos combustíveis, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho, que mede a inflação, ficou em -0,68%. Segundo os dados divulgados nesta terça-feira (9/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esta é a primeira vez em que o índice fica no campo negativo, menor taxa registrada desde o início da série histórica, iniciada em janeiro de 1980. No ano, a inflação acumulada é de 4,77% e, nos últimos 12 meses, ainda é de 10,07%.

No dia 20 de julho, a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,20 no preço médio do combustível vendido para as distribuidoras. Além disso, a Lei Complementar 194/22, sancionada no final de junho, que reduziu o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações também impactou no resultado. Essa redução afetou não só o grupo de transportes (-4,51%), mas também o de habitação (-1,05%), por conta da energia elétrica (-5,78%).

Outro grupo que contribuiu para a deflação foi vestuário, com uma desaceleração de 1,67% para 0,58%, após apresentar a maior variação positiva entre os grupos pesquisados nos meses de maio e junho. Também registrou queda o grupo de saúde e cuidados pessoais (0,49%) devido à variação inferior dos valores dos planos de saúde (1,13%), na comparação com o mês de junho (2,99%), e à queda de 0,23% dos itens de higiene pessoal, frente à alta de 0,55% em junho.

Leite longa vida

Em contrapartida, o setor de alimentação e bebidas teve mais uma vez a maior variação, de 1,30%, impacto positivo 0,28 pontos percentuais no índice do mês. O resultado foi puxado pelo leite longa vida, que subiu mais de 25%, e pelos derivados do leite como queijo (5,28%) e manteiga (5,75%).

A alta do leite contribuiu especialmente para o resultado da alimentação no domicílio, que acelerou de 0,63% em junho para 1,47% em julho. Outro destaque foram as frutas, com alta de 4,40% e impacto de 0,04 p.p. no IPCA de julho.

“Essa alta do produto se deve, principalmente, a dois fatores: primeiro porque estamos no período de entressafra, que vai mais ou menos de março até setembro, outubro, ou seja, um período em que as pastagens estão mais secas e isso reduz a oferta de leite no mercado; além do fato de os custos da produção estarem muito altos”, explicou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Regiões

Todas as áreas pesquisadas tiveram variação negativa em julho. A menor variação foi registrada em Goiânia (-2,12%), onde pesaram as quedas de 21,57% nos preços da gasolina e de 14,90% na energia elétrica.

A maior variação, por sua vez, ocorreu em São Paulo (-0,07%), única região a apresentar alta de energia elétrica (0,37%) no mês. Adicionalmente, contribuíram também para o resultado da área as altas do leite longa vida (21,95%) e do aluguel residencial (1,85%).

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